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21 de agosto de 2019

Sindicato faz cobranças ao Governo de Fátima Bezerra




Após oito meses de governo, servidores públicos do Estado continuam com salários atrasados

O governo Fátima Bezerra (PT/PCdoB) ainda não fechou o calendário de pagamento dos atrasados, nem fala sobre o 13º de 2019. Enquanto isso, diz que o Estado está em crise financeira, mas concede reajuste salarial de 16,38% para procuradores e férias e 13º para os deputados estudais. O que o governo não diz é que essa crise é só para os servidores e os serviços públicos. Além de não pagar os servidores, o governo fecha hospitais, leitos e segue a politica de sucateamento da saúde pública.

Esse governo dá continuidade a política dos governos anteriores de desmonte do SUS e de ajuste fiscal sobre as costas dos trabalhadores. Foi assim, por exemplo, com o governo de Rosalba Ciarlini e Robinson Faria. Fátima tenta fugir da culpa dizendo que recebeu o estado quebrado devido à má gestão de Robinson e que o seu governo é recente. Mas já passaram oito meses, até quando continuará repetindo isso?

O Sindsaúde RN é um sindicato de luta e foi o primeiro a fazer greve sob o governo Fátima. Foram 53 dias de muita luta pelo pagamento dos salários atrasados, seguidos por paralisações e atos públicos. O governo que é comandado por uma professora que foi sindicalista, mas que esteve e está contra os trabalhadores quando decide judicializar a greve da saúde.

Para a diretora do Sindsaúde RN, Maria do Carmo, o governo Fátima se diz popular, mas está massacrando a população que precisa do SUS e os servidores, que estão trabalhando no limite. “A violência fica por trás das paredes dos hospitais e ninguém vê. Faltam insumos, estrutura e dinheiro para o servidor ir trabalhar”, critica.

Dessa forma, o Sindsaúde RN afirma que continuará na luta cobrando um posicionamento concreto do governo sobre os salários atrasados e contra o descaso com os servidores e os serviços públicos. Por isso, convoca TODOS os servidores para a assembleia estadual, no dia 29 de agosto, às 9h, no auditório do Sindicato dos Bancários, para discutir as próximas ações.

 

 

Autor: Comunicação Sindsaúde

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