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03 de maio de 2019

Pacientes da UPA de Cidade Satélite esperam atendimento nos corredores




Servidores denunciam precarização dos contratos temporários

O Sindsaúde esteve nesta quinta-feira (2) na UPA de Cidade Satélite para reunião com servidores e a diretoria da unidade, para tratar de seus problemas estruturais. Atualmente, os setores de nebulização, medicação, sutura, estabilização e os corredores são usados como leito.

O sindicato questionou a diretoria sobre a superlotação da unidade e foi informado que havia dois médicos atendendo à tarde e dois à noite, e solicitaram mais um, ficando, portanto, três à tarde. A superlotação, no entanto, continuou. Foi questionado também à diretoria sobre os leitos pagos pelo SUS em hospitais privados, mas as UPAs não recebem informações acerca dos pacientes que são atendidos por esses leitos. “Esse é um dos problemas das parcerias público-privadas”, criticou a diretora do Sindsaúde, Kelly Teixeira.

Além disso, de acordo com denúncias, os servidores do contrato temporário sofrem com a precarização do contrato de serviço, tendo os seus salários reduzidos ou atrasados, e não recebendo o direito à insalubridade e gratificações. Com casos relatados até de assédio moral.

O Sindsaúde acredita que a Prefeitura do Natal deveria estar melhor preparada para este período de maior incidência de arboviroses e contratar mais profissionais, mas, ao contrário disso, prefere fechar os olhos para a saúde pública. O descaso com a saúde em Cidade Satélite também se estende à Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro, que foi inundada durante a forte chuva que caiu na quinta-feira (25).

 

Autor: Comunicação Sindsaúde

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