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25 de maro de 2019

Saúde mantém greve e marca ato na Assembleia Legislativa nesta quinta-feira




A decisão foi votada em assembleia geral dos servidores da saúde no Auditório dos Bancários

As trabalhadoras e trabalhadores da saúde do Rio Grande do Norte aprovaram em assembleia na manhã desta segunda-feira, (25), à continuidade da greve, que já dura 50 (cinquenta) dias. Foi votado também um ato em frente à Assembleia Legislativa na próxima quinta-feira, (28), pela manhã.

O calendário para as próximas atividades foi aprovado:

26/03 – Reunião no Hospital Maria Alice

27/03 – Palestra sobre a reforma da Previdência no Giselda Tirgueiro, e reunião com os funcionários do SAMU pela manhã; À tarde, no Walfredo.

28/03 – Ato na Assembleia Legislativa

29/03– Nova assembleia da saúde

Os servidores fizeram uma breve avaliação da greve e repassaram os informes sobre a reunião com o Governo, realizada na última sexta-feira. Durante a assembleia, foi pautado os altos salários dos políticos, tomando como ponto de partida, a promulgação da Lei que garante o 13°e férias retroativos a Deputados Estaduais do Rio Grande do Norte, publicada na edição deste sábado, (23), No Diário Oficial do Estado. Anteriormente os valores eram pagos aos deputados, mas desde 2015 estão contingenciados após questionamento do Tribunal de Contas do Estado. Mesmo estando sob decreto de calamidade financeira, os deputados do Rio Grande do Norte, por iniciativa da própria Mesa diretora do Legislativo votaram o projeto que foi encaminhado ao Gabinete Civil. A Governadora Fátima Bezerra (PT), tinha até o dia 20 de março para aprovar ou vetar a media, mas ela não se posicionou, e isso contribuiu para que a medida fosse decretada.

Na ocasião, Rosália Fernandes, Executiva Nacional da CSP-Conlutas, comentou sobre a dimensão do ato Contra a Reforma da Previdência, realizada no dia 22 de março, no qual os servidores da saúde participaram.  De acordo com Rosália, o dia de Lutas, Movimentações e Paralisações Contra a reforma ultrapassaram as expectativas, “em Fortaleza deu trinta mil pessoas, em Porto Alegre, berço do eleitorado de Bolsonaro, deu quase 15 mil pessoas, não é só nas capitais, mas também em outros municípios, isso é porque a reforma ataca todos os trabalhadores”, destaca a sindicalista.  Foi dado também, o informe sobre o processo eleitoral do Sindmate, em Santana do Mato, que recebeu o apoio do Sindsaúde e da CSP-Conslutas.

 

Autor: Comunicação Sindsaúde

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