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22 de fevereiro de 2019

EM GREVE: Servidores da saúde estadual protestam em frente ao hospital Walfredo Gurgel




Categoria em greve realizou um ‘trancaço’ por 1h na entrada do Pronto Socorro Clóvis Sarinho

Na manhã desta sexta-feira (22), os servidores da saúde estadual, em greve há 17 dias, realizaram um ato público em frente ao Pronto Socorro Clóvis Sarinho, no hospital Walfredo Gurgel. Durante o ato, a saúde fez um ‘trancaço’ de 1h na porta do PS do maior hospital do Estado como forma de protesto contra o atraso dos salários. Apenas atendimento de urgência e emergência foi encaminhado ao hospital.

A categoria também denunciou a reforma da Previdência do Governo Federal que foi enviada pelo presidente Jair Bolsonaro na última quarta-feira (20) e as condições de trabalho nos hospitais públicos do RN.

Como é de praxe em toda greve da saúde, os servidores da saúde do Walfredo Gurgel expuseram o Mural da Vergonha, onde denunciam o déficit no quadro de funcionários e a falta de medicamentos e de materiais básicos nas unidades de saúde do estado.

Até o momento, a Governadora Fátima Bezerra (PT) não recebeu a saúde para apresentar uma proposta de negociação. Tratamento totalmente diferenciado para os servidores da segurança que foram atendidos nos primeiros dias do seu Governo sem estarem em greve.

Portanto, a greve da saúde continua e na próxima segunda-feira (25), às 9h, no auditório do Sinpol, haverá uma nova assembleia da categoria para discutir e aprovar um calendário de mobilizações na semana que se inicia o carnaval. A saúde estará na rua e na folia protestando contra o atraso dos salários e a reforma da Previdência.

Os servidores da saúde estadual tem motivos de sobra para estarem em greve

Além dos salários atrasados de dezembro de 2018 e 13º de 2018, uma parte dos servidores aposentados não receberam nem o salário de novembro e 13º de 2017._

Um técnico de enfermagem recebe menos de R$ 10 reais por hora de plantão na saúde estadual._

O servidor da saúde do Estado está com o salário base congelado desde 2010. Ou seja, não tem reajuste salarial há quase 10 anos.

 

Autor: Comunicação Sindsaúde

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