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14 de janeiro de 2019

Após iniciativa do Sindsaúde, Governo tenta negociar com o BB para que antecipação do 13º não seja descontada no salário de janeiro




Resultado sairá na reunião desta terça-feira, às 8h, com o Secretario de Planejamento, o Superintendente do BB e a participação dos sindicatos

Em função do atraso dos salários, uma grande parcela dos servidores da saúde antecipou o 13º pelo Banco do Brasil para tentar amenizar seus endividamentos. Com medo de que a cena se repita como foi no Governo Robinson, que não pagou o 13º e a antecipação foi debitada nos salários de janeiro, vários servidores da saúde procuraram o Sindsaúde.

Ao ter conhecimento da situação, o Sindsaúde procurou o Governo na manhã desta segunda-feira (14), e expôs o problema. Após reunião com o Chefe de Gabinete Civil, Raimundo Alves Júnior e o Secretario de Planejamento, Aldemir Freire, o Governo entrou em contato com o Superintendente do Banco do Brasil e relatou a situação.

Segundo o Superintendente, será feito o contato com todos os gerentes gerais do Banco do Brasil para que aguardem o resultado final da reunião que irá ocorrer nesta terça-feira (15) às 8h, com o Secretario de Planejamento, o Superintendente do BB e a participação dos sindicatos.

Na última negociação com o Governo, ficou acordado o pagamento dos salários de janeiro em 30% no dia 11/01 e 70% para quem recebe até R$ 3 mil no dia 16/01. Porém, grande parcela dos servidores que fizeram antecipação do 13º no Banco do Brasil não terá acesso ao salário porque vencimento está para o dia 15/01. Ou seja, o dinheiro vai entrar na conta, mas automaticamente será descontado.

O Sindsaúde espera que na reunião desta terça (15), o Governo e o Banco do Brasil encontrem uma alternativa para não prejudicar ainda mais os servidores.

 

Autor: Comunicação Sindsaúde

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