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27 de abril de 2018

Trabalhadores(as) vão às ruas nesta segunda (30) em atividade alusiva ao Dia de Luta dos Trabalhadores (as)




Ato público ocorrerá no calçadão da João Pessoa, às 15h

O 1º de Maio é uma data que representa a luta internacionalista e de classe, independente de patrões e governos. Diferente do que dizem os patrões, 1º de Maio não é Dia do Trabalho nem dia de festa com empresários, mas sim Dia de Luta dos Trabalhadores.

Diante disso, em Natal, o dia 30 de abril, será marcado por um ato público a partir das 15h, com concentração no calçadão da Rua João Pessoa, próximo à C&A.

A classe trabalhadora vai às ruas em defesa de seus direitos, pelo fim da reforma da Previdência e anulações da reforma trabalhista e da lei da terceirização.

As entidades exigem também o Fora Robinson, Fora Temer e Fora todos os corruptos!

As atividades relacionadas ao 1º de maio, Dia Internacional de lutas dos trabalhadores e trabalhadoras, foram convocadas pelo Sindsaúde-RN em conjunto com a CSP-Conlutas, MMS, Sindicato dos Bancários, Sintest, Sindprevs e Sinai.

Luta contra as reformas

As consequências da reforma Trabalhista aprovada pelo governo Temer já são evidentes. Assistimos ao aumento das demissões, a flexibilização de contratos e salários, a precarização do trabalho, principalmente por causa das terceirizações, além dos contratos temporários, que dificultam ainda mais o acesso dos trabalhadores à Previdência Social.

A Reforma da Previdência não foi aprovada, isso porque a pressão e mobilização dos trabalhadores foram determinantes para a primeira derrota do governo. Apesar do recuo das direções das centrais majoritárias em vários momentos, tivemos dias de paralisação e mobilizações, a Greve Geral de 28 de abril, a ocupação de Brasília em 24 de maio e tantas outras ações.

A ideia de Temer é dificultar ainda mais a aposentadoria de uma parcela significativa da classe trabalhadora.

Recentemente, os trabalhadores e trabalhadoras nicaraguenses lutaram bravamente e derrotaram a reforma da Previdência do presidente Daniel Ortega, ainda que à custa de 27 mortes. Portanto, as luta contra as reformas do governo Temer estão em nossas bandeiras centrais.

 

Autor: Comunicação Sindsaúde

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